A tosse é um acto reflexo importante para se proteger, pois expulsa mucosidades, pó e corpos estranhos das vias respiratórias, através de golpes fortes. As causas mais frequentes da tosse são as inflamações dos brônquios (bronquite), que se produzem quando se padece de infecções por vírus ou bactérias, quase sempre no âmbito de uma constipação. Geralmente, a tosse seca no início de uma constipação passa a ser, após um ou dois dias, uma tosse com uma expectoração mucosa densa e pouco tempo depois desaparece.
Uma bronquite recebe o nome de crónica se se padecer durante dois anos consecutivos de tosse com expectoração, durante três meses a cada ano. Em alguns casos, a tosse é consequência de uma alergia e também pode ser provocada por certas substâncias irritantes no ar inspirado, doenças dos pulmões e efeitos secundários de medicamentos.
A febre com convulsões afecta cerca de 3% das crianças, em especial quando são bebés ou têm idades compreendidas entre os seis meses e os cinco anos. Frequentemente, a causa são infecções das vias respiratórias superiores.
No caso de convulsões acompanhadas de febre, que aparecem habitualmente após um acesso de febre repentino, a criança perde a consciência durante um breve período, roda as pupilas de um lado para o outro, sofre convulsões e cerra os dentes.
Em primeiro lugar, tente manter a calma e tranquilize a criança.
Ligue para a Linha Saúde 24, para poder parar as convulsões com medicamentos de emergência.
Quando se tem uma afecção avançada das veias, já não se pode curar completamente, mas pode melhorar-se os transtornos através de uma terapia adequada. Para ajudar à eliminação de água do corpo, podem usar-se infusões muito eficazes. Entre os muitos remédios para as veias de aplicação externa, há preparados fitoterapêuticos e de síntese química que podem eliminar o inchaço e a obstrução dolorosa. É de suma importância que não use os remédios arbitrariamente, mas que os tome ou os aplique de forma sistemática e a longo prazo.
Os medicamentos à base de plantas para evitar edemas são preparados de castanheiro-da-índia, trigo-sarraceno, meliloto, arruda e gilbardeira, bem como os seus princípios activos isolados: a escina, a cumarina e a rutina. Tomam-se ou aplicam-se externamente.
A eliminação de água do organismo pode ser estimulada através de infusões, ou usando preparados prontos a usar de folha de bétula, folhas de urtiga, raiz de gatunha, dente-de-leão, folhas e raízes de salsa, rabo-de-gato, raiz de espargo, chá-de-java e vara-de-ouro.
Se já se formou alguma úlcera nas pernas, são benéficos os banhos de pernas com água fria, aos quais convém adicionar permanganato de potássio para lhes acrescentar propriedades desinfectantes. Mas tenha em conta que não deve ser realizada qualquer hidroterapia fria quando tiver os pés frios ou se tiver problemas de circulação arterial.
Introduzir as pernas num recipiente (banheira para pés, balde ou banheira normal). Encher com água fria (com aditivos) até ficar logo abaixo do joelho. Tomar o banho durante cinco minutos, escorrer a água que sobrar com as mãos e, se possível, deixar que as pernas sequem ao ar.
A alteração do mecanismo de regulação térmica no nosso organismo produz uma subida da temperatura, à qual denominamos febre.
Na maioria dos casos, produz-se devido a uma infecção por bactérias ou vírus. O corpo tenta combater os intrusos auto-regulando-se, isto é, intensificando o esforço. Por isso, a febre é uma ajuda importante para a cura e só deve ser reprimida se afectar de forma intensa o estado geral (por exemplo, dores de cabeça fortes) ou se subir tanto que possa lesar o organismo.
Normalmente considera-se febre uma temperatura acima dos 38 °C. A febre moderada só é perigosa quando dura demasiado. Desde o primeiro ao quarto dia de uma doença infecciosa, o aumento de temperatura pode acelerar a cura da doença. Durante essa fase pode ser benéfico um banho quente ou uma cura de suor.