Os estados depressivos têm muitas causas: factores externos como o stresse ou o excesso de exigências no trabalho ou nas tarefas domésticas, o medo de perder o posto de trabalho, os problemas económicos ou a perda de um ente querido. Mas também há factores orgânicos, como transtornos hormonais durante a menstruação, após dar à luz ou na menopausa, bem como uma predisposição genética. Os sintomas típicos que acompanham uma depressão são o abatimento geral e a apatia, mudanças no estado anímico, problemas de insónia e inquietude ou dificuldades de concentração.
As substâncias químicas que os alimentos de produção industrial contêm são um risco desnecessário para o organismo, que não afecta só o metabolismo cerebral. Contudo, o fornecimento de micronutrientes importantes de origem natural contribui para que o metabolismo cerebral e as suas substâncias emissoras funcionem correctamente e não podem, por isso, faltar na sua alimentação. Garanta um fornecimento suficiente destas substâncias, que também incluem os ácidos gordos insaturados.
O medo avisa-nos dos perigos e serve para estarmos mais atentos ao que nos rodeia. Por isso, implica uma certa protecção. Contudo, algumas pessoas sentem o medo de uma forma tão aguda e angustiante, que este determina as suas vidas e as impede de levar uma vida normal. O medo será considerado patológico quando não resultar de uma reacção proporcional a uma situação que, na realidade, deveria ser aceite sem esse sentimento.
As causas ou os responsáveis pelo medo são quase sempre situações consideradas complicadas (medo de exames, medo de voar), mas também ameaças reais, como o perigo de que seja declarada uma guerra, de uma iminente pobreza, da contaminação do meio ambiente ou preocupações no local de trabalho. As pessoas afectadas reagem exageradamente e já não são capazes de encarar o perigo de forma realista.
A sensação de medo é vivida de diferentes formas, podendo surgir ataques de pânico ou transtornos crónicos devido ao medo; os ataques de pânico produzem-se repentinamente e sem motivo aparente. São acompanhados de taquicardias, problemas de respiração, tremores, suores, perda da fala, transtornos gastrointestinais, dores no peito e na cabeça e tonturas até à perda dos sentidos.
O ruído nos ouvidos, ou tinnitus, descreve-se como a percepção de apitos, fragor ou tinidos nos ouvidos, sem que exista uma fonte externa que os emita. O afectado ouve o ruído de forma contínua ou com interrupções mais ou menos curtas, o que é bastante incomodativo. Frequentemente também é sintoma de uma surdez incipiente.
O ruído nos ouvidos também pode dever-se a diferentes causas como, por exemplo, a perda repentina da audição acompanhada de sensação de ruído no ouvido, uma lesão do ouvido interno devido a exposição a ruído de volume elevado (ambiente laboral ruidoso, discotecas, o uso de aparelhos de audição com auriculares) ou a lesões na cabeça. Outras causas possíveis são a arteriosclerose, os problemas circulatórios, as afecções do ouvido interno, a pressão sanguínea elevada, um trauma da coluna cervical ou elevado nível de stresse.
É imprescindível consultar o médico para obter um diagnóstico que explique as causas do tinnitus de que padece. Normalmente, iniciar atempadamente um tratamento com medicamentos que estimulem a circulação sanguínea pode fazer desaparecer os ruídos no ouvido.
Já na antiga Roma se dizia mens sana in cor-pore sano. A condição fundamental para a saúde física é o corpo receber micronutrientes suficientes (vitaminas, minerais, oligoelementos) para poder funcionar correctamente e sem falhas. Um problema que também se discute cada vez mais nos círculos científicos relacionados com a saúde é a absorção cada vez maior de produtos químicos não naturais através da alimentação.
Ninguém consegue saber quais são os efeitos sobre o organismo a longo prazo e as interacções que possam vir a surgir. Em muitos casos, a inquietude, o nervosismo, a hiperactividade, as depressões e a insónia podem ser melhorados ou eliminados suprimindo as substâncias químicas.
Por isso, sempre que possível, evite ingerir alimentos de fabrico industrial com aditivos químicos e dê preferência aos produtos mais naturais para evitar os Transtornos psíquicos.
Muitas vezes, as tonturas são o sinal de um transtorno do órgão do equilíbrio no ouvido. Distinguem-se, essencialmente, três tipos. Chama-se tontura fisiológica a uma sensação de tontura duradoura com mal-estar que se produz ao efectuar movimentos não habituais (como o enjoo durante as viagens ou ao viajar de barco). A pré-síncope é uma sensação de tontura repentina e indefinida. Pode produzir-se por problemas da regulação cardíaca ou da tensão arterial, o que origina transtornos de circulação sanguínea e de alimentação no cérebro.
As tonturas por desequilíbrio produzem-se ao juntarem-se problemas do órgão do equilíbrio e outros órgãos (olhos, músculos, tendões e articulações) com os quais coordenamos os nossos movimentos num espaço. Também pode ser motivo de tonturas a falta de micronutrientes, a tensão baixa, a doença de Menière (lesões no ouvido interno), a arteriosclerose, uma baixa de açúcar, danos na coluna cervical, falta de oxigénio e doenças dos olhos ou dos nervos.
Se a tontura durar vários dias, é imprescindível consultar o médico pois, em primeiro lugar, deve encontrar-se a sua causa. Se já tiver uma certa idade e padecer de tonturas com frequência, possivelmente ajudará tomar um preparado de extracto de gingko.