A necessidade de Micronutrientes aumenta

Em caso de esforços físicos e intelectuais intensos, por exemplo em período de con­valescença após uma doença ou operação, durante a gravidez e a lactação, bem como durante o crescimento, aumenta a neces­sidade de micronutrientes, em especial de antioxidantes. Também o nosso modo de vida nos exige cada vez mais esforço: por um lado, estamos expostos a uma absor­ção cada vez maior de substâncias tóxi­cas através das substâncias químicas que os alimentos contêm, bem como devido à radiação radioactiva e à contaminação electromagnética e, por outro lado, já não somos capazes de fornecer ao organismo os micronutrientes vitais devido à alimenta­ção «moderna».

Alimentação

O progresso tem os seus inconvenientes: de­vido ao crescimento da produtividade da agricultura, os solos encontram-se tão esgo­tados comparativamente a épocas anteriores que os minerais e os oligoelementos contidos nos cereais, na fruta e nos legumes, são me­nores. Como elo final da cadeia alimentar, as pessoas padecem desta carência em dose dupla, porque também os herbívoros, como as vacas e as ovelhas, assimilam uma quan­tidade insuficiente de substâncias minerais e  os elementos e a sua carne chegará ao nosso prato em qualquer altura. Os longos trajectos de transporte e um arma­zenamento inadequado dos alimentos provo­cam uma perda de micronutrientes adicional. Também se perdem muitos micronutrientes através da cozedura, da conservação química e da alimentação enlatada. A isto há que juntar os aditivos, como os potenciadores do sabor, os conservantes químicos, os corantes e os aromatizantes, que também podem produzir uma diminuição do conteúdo de micronu­trientes.

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Banhos de Hidroterapia

Descanse sempre no intervalo dos tratamen­tos, pelo menos durante duas horas, para permitir que o corpo se recomponha. Quando estiver menstruada, não se submeta a trata­mentos de banhos ou aplicação de calor na metade inferior do corpo. A partir do segundo dia poderá voltar a realizar, pelo menos, trata­mentos na metade superior do corpo (mani-lúvios, afusões nos braços e envolturas).

Acessórios e preparação terapia com água

Antes de iniciar a terapia com água é aconse­lhável preparar todos os acessórios necessá­rios, os possíveis aditivos de plantas, o ter­mómetro para o banho, as luvas, as toalhas ou os panos para as envolturas.

A divisão deve estar bem ventilada, mas também suficientemente quente.

Se o tratamento for mais prolongado, convém esvaziar a bexiga e o intestino. Uma vez que os banhos podem ser esgotantes para o corpo, podem surgir dores de cabeça, pro­blemas cardíacos e aturdimento.

Além disso, devem ter passado duas horas desde a última refeição.

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Cura da Agua, Hidroterapia

A aplicação de água sob a forma de banhos, afusões ou inalações denomina-se hidroterapia. Já as culturas antigas conheciam esta forma de cura natural e a sua eficácia só variou na actualidade. São particularmente apreciadas as aplicações com água da cura Kneipp (1821-1897), que também era conhecido como o curandeiro da água de Wõrishofen.

Eficácia da água como cura

Não é só a pele que sente a aplicação da água. Quando tomamos um banho de água quente, num primeiro momento aumenta a circulação sanguínea das partes do corpo submersas. Dado que os nervos cutâneos estão ligados aos nervos que alimentam os órgãos internos, estes também melhoram a sua circulação sanguínea.

Se o banho se pro­longar, acaba por ser toda a superfície do corpo a desfrutar de um calor agradável. As aplicações com água fria produzem uma contracção, inicialmente muito rápida, dos vasos sanguíneos superficiais para reduzir ao máximo a perda de calor. Uma vez termi­nada a aplicação, produz-se de forma reflexa um aumento da circulação sanguínea nas zonas tratadas e consequentemente uma sen­sação de calor.

Regras básicas para o uso da água

Há inúmeras aplicações com água. Para os tratamentos que se realizam em casa só fo­ram escolhidos os que não requerem uma maior infra-estrutura, como os seguintes:

  • banhos e banhos de vapor;
  • humectações;
  • afusões.

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Cuidados a ter com o Açúcar

O açúcar é a fonte de energia mais importante para as células cerebrais e nervosas. Ingerido na medida certa, mantém a capacidade de atenção e concentração. As crianças norte-americanas consomem uns 146 kg de açúcar por ano (bastariam 10 kg) e as crianças de outros países estão a aproximar-se deste nível.

As duas caras do açúcar

Um excesso de consumo de açúcar produz transtornos do comportamento, hiperactividade e problemas de concentração. O nível de açúcar no sangue flutua ao ingerir alimentos com alto conteúdo de açúcar e, após um aumento da capacidade de concentração inicial, produz sonolência e letargia. Além disso, pode provocar uma verdadeira dependência: os cientistas descobriram que o sistema de recompensas estimula o cérebro de forma semelhante às drogas.

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INFLAMAÇÕES DA PELE CAUSADAS POR BACTÉRIAS

As bactérias podem introduzir-se na pele de diferentes modos. Se invadirem uma lesão cutânea, como um arranhão ou um corte, produzem inflamações com pus. Também se podem introduzir de fora para dentro, da base de um pêlo; este tipo de inflamação num folículo piloso, onde se forma uma acumulação de pus e produz dor, denomina-se furúnculo. Se se inflamarem vários folículos pilosos ad­jacentes chama-se carbúnculo.

Se se unirem formando uma cavidade grande com pus, denomina-se abcesso. As pessoas que têm o sistema imunológico debilitado, que têm carências de micronutrientes, que sofrem de diabetes, excesso de peso ou stresse, tendem a ter furúnculos de forma reincidente.

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