Muitos já terão feito um curso de primeiros socorros, no qual aprenderam as principais regras de actuação em casos de emergências. Normalmente, só após terem decorrido muitos anos e por mera sorte é que alguém tem de pôr em prática os seus conhecimentos acerca da respiração boca-a-boca. Contudo, os primeiros socorros podem ser a única oportunidade de salvar uma vida. Segundo as estimativas da Cruz Vermelha, uma em cada cinco vítimas mortais de um acidente poderia ter sobrevivido se tivesse recebido primeiros socorros a tempo.
Apesar de existir um sistema de socorro a emergências eficaz, o certo é que numa cidade uma ambulância precisa de, pelo menos, dez minutos para chegar ao local do acidente. No entanto, uma paragem respiratória de três a cinco minutos pode produzir lesões graves no cérebro.
A mucosa nasal (deitarmos sangue do nariz) é alimentada por uma grande quantidade de capilares sanguíneos, que podem sangrar muito no caso de se padecer de uma lesão, por exemplo, um golpe, uma contusão ou apenas por se limpar muito o nariz. Mas também uma secura crónica da mucosa nasal faz com que a mucosa do nariz tenda a sangrar.
Às vezes, quando no Inverno se usa a calefacção em excesso e o ambiente fica seco, a mucosa nasal de humedecer suficientemente o ar inspirado a caminho dos pulmões. Nesses casos, incha como se se tratasse de um resfriado, mas já não se produz secreção e formam-se crostas que saltam à menor oportunidade, chegando até a abrir e a sangrar.
Em primeiro lugar, há que deter a hemorragia. Se padecer frequentemente de hemorragias nasais, deve fazer algo para o evitar. Sobretudo há que controlar a humidade do ambiente que o rodeia: usar humidificadores ambientais no Inverno e ventilar os espaços fechados frequentemente.
A maioria das mulheres padece de dores antes ou durante a menstruação. As dores leves e pulsantes são a expressão do período menstrual e não têm nada de estranho: a matriz contrai-se e elimina a mucosa que não é precisa para alojar o óvulo. Mas, às vezes, o período deixa de ser tão regular ou produzem-se transtornos antes de começar.
Durante o denominado síndrome pré-menstrual (SPM), muitas mulheres sofrem de um aumento do tamanho dos seios, sensação de tensão e dores, aumento de peso por retenção de líquidos no tecido, dores na zona lombar, dores de cabeça intensas e desequilíbrios emocionais.
Quase metade das mulheres, frequentemente muitas raparigas jovens, queixa-se de dores muito intensas não normais durante a menstruação, que, às vezes, interferem durante uns dias na sua vida laboral. As dores da menstruação podem dever-se a interrupções no ritmo de vida (férias), ao stresse, a inflamações, a tumores benignos no útero (miomas), ao aparecimento e crescimento do tecido que cobre o útero noutras zonas (endometriose) ou por usar um DIU. Muitas vezes, nem sequer há uma causa evidente. Crê-se que durante a hemorragia são segregadas mais substâncias transmissoras da dor, que originam uma contracção da musculatura da matriz.
Os esforços ao praticar desportos ou doenças inflamatórias das articulações podem levar a uma inflamação dolorosa de uma bainha tendinosa. Estas dores aparecem nos ombros ou na articulação do cotovelo (cotovelo de tenista).
Nestes casos, é aconselhável tentar arrefecer as zonas onde surge a dor aguda. Para isso, pode usar-se envolturas húmidas frias, ou panos empapados com água e vinagre (uma colher de sopa de vinagre por um copo de água) ou com tintura de arnica (dosear segundo as instruções do prospecto anexo.
Em vez disto, também se pode aplicar emplastros de rábano picante, papa de barro curativo ou requeijão, ou aplicar rodelas de cebola.
Outra possibilidade é untar a zona da bainha tendinosa com pomada de própolis. Esta massa resinosa usada pelas abelhas para reforçar os seus favos contém substâncias que, entre outras coisas, têm um efeito anti-inflamatório. Se não quisermos complicar muito e usarmos uma almofadinha de gel refrigerante para arrefecer a zona dorida, é importante que a envolva num pano para que não seja excessivamente fria.
Se tem de consultar um médico porque padece de dores nas costas, quanto mais detalhada for a informação que fornecer ao médico mais fácil será a avaliação do estado de saúde e a elaboração de uma estratégia para o tratamento. Para isso, sirva-se desta lista de perguntas importantes no momento de realizar um diagnóstico.