A denominação profissional Nutricionista não deve ser nome para si, já o ouviu com certeza relacionado com vários produtos de boa alimentação e bem-estar. Por norma aparece relacionado com pessoas que têm hábitos alimentares não muito correctos e que evitam exercícios físico e refeições equilibradas levando-as a enfrentar problemas de saúde, que podem ser bastante graves e influenciar a sua vida futura.
O Emprego de Nutricionista têm várias vertentes, a profissional de saúde, humanística e critica, de forma alertar as pessoas para tudo o que faz mal em relação a uma boa alimentação e nutrição para o corpo. A qualidade de vida de cada cliente torna-se um objectivo para o Nutricionista, que terá de analisar o dia-a-dia do seu cliente, vendo tudo o que come, desde o pequeno-almoço, almoço e jantar. Fazer cálculos dos nutriente e calorias necessárias para um bem estar do paciente é muito importante e cabe ao Nutricionista fazer esse plano.
Muitos dos problemas físicos que sofremos, somos nós mesmos e a nossa rotina do dia-a-dia que os fazem, seja com má alimentação, o não haver cuidados nos fritos e chocolates, o não beber água – este muito importante para vários tipos de doenças, entre outros e por vezes, com alterações de rotina simples, podemos ter uma vida muito melhor e maior, que é o que realmente interessa.
O Pequeno Almoço é sem dúvida a refeição mais importante devido a várias variáveis, mas as mais importantes e de forma a que seja simples de perceber, o pequeno almoço é o arranque do nosso corpo que esteja algumas horas sem comer e sem actividade física. Como tudo o que se movimenta, para essa acção acontecer têm de haver “combustível” e o do nosso corpo é a comida, uma boa alimentação e que para ser boa e saudável, terá obrigatoriamente que começar no pequeno almoço.
Em caso de esforços físicos e intelectuais intensos, por exemplo em período de convalescença após uma doença ou operação, durante a gravidez e a lactação, bem como durante o crescimento, aumenta a necessidade de micronutrientes, em especial de antioxidantes. Também o nosso modo de vida nos exige cada vez mais esforço: por um lado, estamos expostos a uma absorção cada vez maior de substâncias tóxicas através das substâncias químicas que os alimentos contêm, bem como devido à radiação radioactiva e à contaminação electromagnética e, por outro lado, já não somos capazes de fornecer ao organismo os micronutrientes vitais devido à alimentação «moderna».
O progresso tem os seus inconvenientes: devido ao crescimento da produtividade da agricultura, os solos encontram-se tão esgotados comparativamente a épocas anteriores que os minerais e os oligoelementos contidos nos cereais, na fruta e nos legumes, são menores. Como elo final da cadeia alimentar, as pessoas padecem desta carência em dose dupla, porque também os herbívoros, como as vacas e as ovelhas, assimilam uma quantidade insuficiente de substâncias minerais e os elementos e a sua carne chegará ao nosso prato em qualquer altura. Os longos trajectos de transporte e um armazenamento inadequado dos alimentos provocam uma perda de micronutrientes adicional. Também se perdem muitos micronutrientes através da cozedura, da conservação química e da alimentação enlatada. A isto há que juntar os aditivos, como os potenciadores do sabor, os conservantes químicos, os corantes e os aromatizantes, que também podem produzir uma diminuição do conteúdo de micronutrientes.
A aplicação de água sob a forma de banhos, afusões ou inalações denomina-se hidroterapia. Já as culturas antigas conheciam esta forma de cura natural e a sua eficácia só variou na actualidade. São particularmente apreciadas as aplicações com água da cura Kneipp (1821-1897), que também era conhecido como o curandeiro da água de Wõrishofen.
Não é só a pele que sente a aplicação da água. Quando tomamos um banho de água quente, num primeiro momento aumenta a circulação sanguínea das partes do corpo submersas. Dado que os nervos cutâneos estão ligados aos nervos que alimentam os órgãos internos, estes também melhoram a sua circulação sanguínea.
Se o banho se prolongar, acaba por ser toda a superfície do corpo a desfrutar de um calor agradável. As aplicações com água fria produzem uma contracção, inicialmente muito rápida, dos vasos sanguíneos superficiais para reduzir ao máximo a perda de calor. Uma vez terminada a aplicação, produz-se de forma reflexa um aumento da circulação sanguínea nas zonas tratadas e consequentemente uma sensação de calor.
Há inúmeras aplicações com água. Para os tratamentos que se realizam em casa só foram escolhidos os que não requerem uma maior infra-estrutura, como os seguintes:
O açúcar é a fonte de energia mais importante para as células cerebrais e nervosas. Ingerido na medida certa, mantém a capacidade de atenção e concentração. As crianças norte-americanas consomem uns 146 kg de açúcar por ano (bastariam 10 kg) e as crianças de outros países estão a aproximar-se deste nível.
Um excesso de consumo de açúcar produz transtornos do comportamento, hiperactividade e problemas de concentração. O nível de açúcar no sangue flutua ao ingerir alimentos com alto conteúdo de açúcar e, após um aumento da capacidade de concentração inicial, produz sonolência e letargia. Além disso, pode provocar uma verdadeira dependência: os cientistas descobriram que o sistema de recompensas estimula o cérebro de forma semelhante às drogas.