O açúcar é a fonte de energia mais importante para as células cerebrais e nervosas. Ingerido na medida certa, mantém a capacidade de atenção e concentração. As crianças norte-americanas consomem uns 146 kg de açúcar por ano (bastariam 10 kg) e as crianças de outros países estão a aproximar-se deste nível.
Um excesso de consumo de açúcar produz transtornos do comportamento, hiperactividade e problemas de concentração. O nível de açúcar no sangue flutua ao ingerir alimentos com alto conteúdo de açúcar e, após um aumento da capacidade de concentração inicial, produz sonolência e letargia. Além disso, pode provocar uma verdadeira dependência: os cientistas descobriram que o sistema de recompensas estimula o cérebro de forma semelhante às drogas.
As bactérias podem introduzir-se na pele de diferentes modos. Se invadirem uma lesão cutânea, como um arranhão ou um corte, produzem inflamações com pus. Também se podem introduzir de fora para dentro, da base de um pêlo; este tipo de inflamação num folículo piloso, onde se forma uma acumulação de pus e produz dor, denomina-se furúnculo. Se se inflamarem vários folículos pilosos adjacentes chama-se carbúnculo.
Se se unirem formando uma cavidade grande com pus, denomina-se abcesso. As pessoas que têm o sistema imunológico debilitado, que têm carências de micronutrientes, que sofrem de diabetes, excesso de peso ou stresse, tendem a ter furúnculos de forma reincidente.
Os medicamentos são substâncias químicas que se administram ao organismo em caso de doença e, em geral, durante períodos relativamente breves (quando são eficazes). Vêm sempre acompanhados de uma bula que, entre outras coisas, informa sobre os riscos e os efeitos secundários. No entanto, comemos os alimentos diariamente e a quantidade cada vez maior de substâncias químicas que contêm é mencionada em parte nas embalagens, mas o consumidor não obtém dados sobre os seus efeitos na saúde. Neste caso, cada pessoa tem de tomar a iniciativa de se informar.
Não nos podemos esquecer que se prescindirmos dos aditivos químicos na alimentação, passando ao consumo de produtos naturais e à preparação cuidadosa dos alimentos, ao mesmo tempo que optimizamos o fornecimento de micronutrientes, podemos melhorar ou fazer desaparecer totalmente (entre outras) as afecções seguintes.
A alimentação é necessária para o crescimento do nosso organismo, para a obtenção de calor e energia, para a regulação dos processos vitais e também para a protecção contra doenças. A nossa alimentação é composta pelas proteínas, pela água e pelos minerais, que são uma espécie de «materiais de construção»; como «combustíveis», temos as gorduras e os hidratos de carbono e como substâncias de defesa e regulação possuímos as vitaminas, as enzimas, as substâncias vegetais secundárias e a fibra.
As proteínas são os elementos construtivos fundamentais de todo o ser vivo: a sua estrutura é responsável pela formação das células, dos órgãos e dos tecidos; como enzimas, activam as reacções químicas do corpo e transportam o oxigénio e o ferro; como hormonas, são determinantes para importantes fases do ciclo vital. Além disso, transmitem impulsos nervosos como neurotrans-missores, são responsáveis pela actividade muscular, dirigem a circulação sanguínea e, enquanto anticorpos, defendem o organismo de agentes patogénicos.
O objectivo dos primeiros socorros em caso de feridas é evitar uma penetração de corpos estranhos e germes na ferida, bem como deter a hemorragia. As feridas quotidianas mais frequentes são os cortes, os abrasões, as feridas por punção e as feridas abertas.
Cortes: feridas de diferente profundidade, frequentemente com hemorragia intensa e bordas da ferida lisas.
Abrasões: feridas superficiais com perda da camada exterior da pele, com secreção de líquido tissular e, geralmente, hemorragia escassa.
Ferida por perfuração: trata-se de feridas nas quais se encontram corpos estranhos (como farpas).
Feridas abertas: são feridas de bordos irregulares que têm frequentemente uma tonalidade azulada devido a hemorragias.